Letra da Música Uma À Duas! de Sermos Em Termos!
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Veja abaixo a letra da música que separamos para você!
Sintam no sangue tudo que Deus,
Já fez por nós
Mastiguem o ódio escorrendo veias
A dentro, por nós
E o que nos resta de um mundo
Fabricado por químicas
A sobra exata de uma soma,
Multiplicada por circunstâncias baratas
E soluções não rimam com acima alguma
E o abaixo desativo, mendigos
Sustentados por poeiras...
De um ar ativado, rico e poderoso
Nos trouxe a vida
Nos deixa encorajados
Novas invenções nos tranqüilizam
Em grão de areia
Pronunciados entre ouro e pó
Platinas grandes momentos
Pequenos bronze documentos a sós
De ironia a cargas explosivas
Destruições, de corações
Absorvidos dia a dia
Plutônio, de quente morno frio
Blindagens, paredes manchadas solares
Venderam nossas almas, a preço de Brasil
Mais com tanta pureza
As vezes de verde pra vermelho
Nos possua natureza
Marte jovem por inteiro
Envenenaram moedas sistematizadas
Expulsaram planetas, ciências concretizadas
De um bom autor, compositor inato
De dor a dor, inteligência cura
De logo até breve, distância inventa
De peso pra leve, homem feito atua
Se derrubaram
Delito de nossas naturezas
Nos apagaram
Lembranças, passado, clarezas ditas
Pronunciaram, palavras esquecidas
Por datas e nomes
Interligaram, nações de absurdos
Em alturas baixas
Temperatura de sopro e vento
Mudanças artificiais
Lançamentos em dívidas dúvidas
Jogando invento
Que nos inventamos por poucos demais
Entendendo uns aos outros
Que de uma hora, em duas tanto faz...
Por assim dizendo,
Provas em laços, de um amor não cai
De uma simples tentativa
Difíceis planadas, por alguém que atrai
Ah! Se soubéssemos realmente onde encontrar
Feliz por estar
De todo lido poderoso,
Livros, sombras e rostos
Útil de medo, bom gosto
Gosto de medo, inseguro
Anjo sincero, me guarda
Mundo indiscreto, me vive
vida futura distante,
futuro perante destino
me destina, água doce amarga
de dois sabores, prevaleça margem
me mastigue por dentre outros mares
se carregue noutro campo vale
na discórdia de lápis e página
nas manchetes de jornais em falhas
superstições se calar na fala
disposições ao tentar chegadas
purificações de espírito á cor negra
certificações de que cor é limpa
e limpezas removidas por sujeiras
se mover-se ao caminho mais bonito
de movido, glórias puro fogo
porque arde, sem sabermos o que sentirmos
nosso remédio, nos trancarmos em nossos gritos
e esperarmos nos acordar de ilusões aos sonhos
Já fez por nós
Mastiguem o ódio escorrendo veias
A dentro, por nós
E o que nos resta de um mundo
Fabricado por químicas
A sobra exata de uma soma,
Multiplicada por circunstâncias baratas
E soluções não rimam com acima alguma
E o abaixo desativo, mendigos
Sustentados por poeiras...
De um ar ativado, rico e poderoso
Nos trouxe a vida
Nos deixa encorajados
Novas invenções nos tranqüilizam
Em grão de areia
Pronunciados entre ouro e pó
Platinas grandes momentos
Pequenos bronze documentos a sós
De ironia a cargas explosivas
Destruições, de corações
Absorvidos dia a dia
Plutônio, de quente morno frio
Blindagens, paredes manchadas solares
Venderam nossas almas, a preço de Brasil
Mais com tanta pureza
As vezes de verde pra vermelho
Nos possua natureza
Marte jovem por inteiro
Envenenaram moedas sistematizadas
Expulsaram planetas, ciências concretizadas
De um bom autor, compositor inato
De dor a dor, inteligência cura
De logo até breve, distância inventa
De peso pra leve, homem feito atua
Se derrubaram
Delito de nossas naturezas
Nos apagaram
Lembranças, passado, clarezas ditas
Pronunciaram, palavras esquecidas
Por datas e nomes
Interligaram, nações de absurdos
Em alturas baixas
Temperatura de sopro e vento
Mudanças artificiais
Lançamentos em dívidas dúvidas
Jogando invento
Que nos inventamos por poucos demais
Entendendo uns aos outros
Que de uma hora, em duas tanto faz...
Por assim dizendo,
Provas em laços, de um amor não cai
De uma simples tentativa
Difíceis planadas, por alguém que atrai
Ah! Se soubéssemos realmente onde encontrar
Feliz por estar
De todo lido poderoso,
Livros, sombras e rostos
Útil de medo, bom gosto
Gosto de medo, inseguro
Anjo sincero, me guarda
Mundo indiscreto, me vive
vida futura distante,
futuro perante destino
me destina, água doce amarga
de dois sabores, prevaleça margem
me mastigue por dentre outros mares
se carregue noutro campo vale
na discórdia de lápis e página
nas manchetes de jornais em falhas
superstições se calar na fala
disposições ao tentar chegadas
purificações de espírito á cor negra
certificações de que cor é limpa
e limpezas removidas por sujeiras
se mover-se ao caminho mais bonito
de movido, glórias puro fogo
porque arde, sem sabermos o que sentirmos
nosso remédio, nos trancarmos em nossos gritos
e esperarmos nos acordar de ilusões aos sonhos
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Ficha Técnica da Música Uma À Duas!
| Número de Palavras | 298 |
| Número de Letras | 2548 |
| Intérprete | Sermos Em Termos! |
Na tabela acima você vai encontrar dados técnicos sobre a letra da música Uma À Duas! de Sermos Em Termos!.
